Brasil representa 45,4% dos casos relacionados a vazamento de cartões

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No ano de 2020, o Brasil atingiu a marca de 45,4% dos casos de vazamento de cartões de crédito e débito no mundo. Isso representa 10 pontos percentuais a mais que o segundo lugar, os Estados Unidos com 34,3%. Mas, afinal, qual o motivo de tantos vazamentos? O que as vítimas devem fazer nesta situação? Que tipo de práticas o Brasileiro pode adotar para que este infortúnio seja evitado?

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Motivos desse número de vazamento de cartões

Esses dados foram divulgados no Relatório Anual de Atividade Criminosa On-line no Brasil, em 2020, da Axur, a empresa líder em monitoramento e reação a riscos digitais na internet no Brasil. 

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O CEO, Fábio Ramos, explica que há basicamente três motivos que justificam esta situação: a enorme população que se encontra no Brasil, a inclusão digital e, por último, a cultura Brasileira. Ressalta-se também que, sete a cada dez empresas com maior número de vazamentos de dados no mundo são brasileiras. 

Normalmente, a vítima de clonagem de cartão toma esse golpe quando insere os seus dados em sites de procedência duvidosa, assim tornando-se um alvo fácil para hackers. Essa situação é chamada de ‘Phishing’. Outro fato que se torna recorrente sem dúvida é o uso de máquinas de cartões ilícitos que conseguem retirar os dados dos cartões. 

Golpes de cartões de crédito
Fonte: Freepik | Reprodução

Como são arquitetados esses crimes de vazamento de dados?

Os criminosos desse tipo de delito se organizam com intuito de realizá-lo da maneira mais imperceptível possível. Primeiramente, um grupo fica responsável pela criação de tecnologias que conseguem roubar os dados da vítima, podendo ser um site tão bem arquitetado que passe a sensação de idoneidade ou programas que espionam o computador das pessoas que clicarem nos links que essa equipe produz.

Os compradores são a equipe que realizará o comércio dos dados que conseguiram captar graças ao primeiro grupo, por isso se expõem mais que os outros. O tráfico de informações se localiza na chamada Dark Web e os preços das informações bancárias são baseadas no limite do cartão que está sendo comercializado.

A última equipe fica responsável por dar algum uso ao cartão de crédito que foi adquirido. Ela cria vendas online de produtos com um valor bem abaixo do comum e nisso alguém que não entende faz uma compra com o próprio cartão, passando o dinheiro ao bandido. Ao conseguir o dinheiro, o criminoso usa o cartão clonado de outra pessoa para comprar o produto real e enviar ao cliente que fez a compra por ele.

Outra situação na Deep Web é a quitação de boletos de consumo por um valor abaixo do total, onde realiza-se uma operação parecida com a da venda dos produtos, só que com a segurança de não serem rastreados graças ao ambiente que se encontram.

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Fonte: Fábio Ramos, CEO da Axur

O que pode ser feito para que não seja vítima de vazamento de cartões?  

Diante de todas estas informações sobre estas ações criminosas, devemos também nos conscientizar das formas de prevenção contra os cyberataques.  

Uma medida que se demonstra eficaz contra esse tipo de golpe é utilizar os cartões virtuais que disponibilizam dados únicos para cada compra que será realizada no ambiente virtual, esses podem ser encontrados nos apps de bancos. Veja algumas dicas rápidas além do uso do cartão virtual:

  • Realizar apenas compras pelo computador, já que a maioria dos golpes são realizados na modalidade phishing, que se torna eficaz por mascarar bem o ambiente ilícito. Mas o grande segredo está no URL, que normalmente passa despercebido pelos compradores que acessam o site pelo celular, por conta de sua tela menor e o layout dos navegadores dificultar a visão dos links.  
  • Não passar os dados a terceiros também é um ponto importante para que seu nome não seja utilizado em outros âmbitos. 
  • Por fim, a última dica seria riscar os três dígitos do cartão e anotá-los em um lugar seguro para que não sejam captados em situações reais e usados para clonagem.  

Se você for vítima desse crime, a prática aconselhada é fazer um boletim de ocorrência e contatar o banco, que deve analisar a situação e informar o cliente com até 5 dias de prazo, como prevê o Artigo 17 do Decreto nº 6.523 de 31 de julho de 2008. Dessa forma, você pode ter o seu dinheiro ressarcido.

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Imagem: fizkes / Shutterstock.com

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